Pular para o conteúdo principal

Boas novas

Os usuários de telefones celular tiveram duas boas notícias de ontem para hoje.

A primeira envolve o próximo lançamento do Readius, um dispositivo portátil que compreende, entre outras diversas funções, um celular tri banda. O aparelho está sendo apresentado pela Polymer Vision no Mobile World Congress, realizado em Barcelona de 11 a 14 de fevereiro. O diferencial deste produto, na imensa selva de dispositivos móveis, é sua tela enrolável, que fica embutida dentro do dispositivo, aumentando a área útil de leitura sem ocupar espaço.

O melhor dos dois mundos.

Esta característica facilita a disponibilização de alguns serviços públicos que demandem uma maior área de tela ou para usuários com necessidades especiais.



De imediato o aparelho será lançado pela TIM, na Itália.

A outra boa notícia para os 121 milhões de usuários de celular no Brasil é a nova regulamentação da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para a telefonia móvel, que amplia alguns direitos dos usuários, como desbloqueio gratuito, manutenção do número em caso de mudança de operadora, que será implantado gradualmente, suspensão provisória de assinatura, etc.

As entidades de defesa do consumidor consideram a medida um avanço a ser, no entanto, bastante ampliado.

Cabe à Anatel, às diversas entidades de defesa dos consumidores, como o PROCON em São Paulo, e, principalmente, à nós usuários pressionar por uma relação cada vez mais justa que nos permita consumir, sem raiva, os avanços tecnológicos, como o acima apontado.

Enfim, a tela pode ser enrolada, nós não.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

10 Dicas para Prefeitos Inovadores

Em poucos dias, prefeitas e prefeitos eleitos em outubro passado estarão assumindo seus mandatos. A princípio, sejam eles iniciantes ou reconduzidos, o cenário que os aguarda está mais para drama do que para comédia.

Isto por que, na maioria dos 5563 municípios brasileiros, independente de porte ou localização, há um imenso descompasso entre as legítimas demandas da sociedade e a capacidade do poder público em atendê-las. Dificuldades de gerenciamento, aliadas a um processo civilizatório excludente, resultaram  em  uma triste realidade na qual poucos municípios brasileiros possuem, em pleno século XXI, índices de desenvolvimento humano - IDH considerados satisfatórios pela Organização das Nações Unidas - ONU.
Bem, a choradeira para por ai. O que gostaríamos de falar, daqui para a frente, para prefeitas e prefeitos bem intencionados e que queiram, de fato, mudar o filme, é que as grandes alterações que estão ocorrendo no mundo, estão abrindo novas oportunidades para os municípios, não im…

Design Thinking em Governo: abrem-se os caminhos

Temos dedicado muito tempo de nossas pesquisas na avaliação da metodologia de Design Thinking, adaptada a governo para apoiar a inovação, na tentativa de adotá-la para a criação e reformulação de serviços públicos. O Pepe já havia comentado aqui anteriormente sobre Roger Martin e o Design de Negócios, bem como nos trouxe uma trilogia de posts ( 1, 2 e 3 ) apontando a aplicação que pode ser dada ao tema em governo, baseado também na obra de Tim Brown e nos cases da IDEO.

Nossas impressões foram confirmadas com a recente publicação de dois trabalhos que a IDEO realizou junto a The Partnership for Public Services, entidade não governamental que trabalha para produzir inovação em governo nos EUA. Essas publicações, que considero leitura obrigatória, estão dirigidas a dois públicos distintos:


Innovation in Government: para todos envolvidos em inovação, é uma agradável e bem organizada leitura que introduz o assunto inovação em governo, baseada em depoimentos de especialistas, apresentando …

Cinco Princípios para Novos Serviços Públicos. Terceiro: o Governo como Plataforma

A ideia de Tim O'Reilly ao criar o termo e a abordagem de Governo como Plataforma, foi dar uma perspectiva de valor de patrimônio e de uso aos dados governamentais. Inicia explicando que as plataformas seguem uma lógica de alto investimento, onde praticamente só o Estado é capaz de investir, mas permitem à população, ao utilizarem essa plataforma, gerar riquezas.

Temos um claro exemplo ao pensar em uma rodovia como esse investimento. O governo a constrói, mas a entrega aos usuários para trafegarem seus produtos, serviços, passageiros, estimular turismo e economias integradoras etc.. Em outras palavras, uma plataforma rodoviária do governo, mesmo em concessão, será usada pela sociedade, mesmo a custo de pedágios.

O mesmo serve para plataformas digitais. O governo americano durante a gestão Reagan, em 1983, tornou disponível ao mundo o Sistema de Posicionamento Global - GPS. A partir do uso mundial dessa plataforma podemos calcular quantos outros produtos e serviços foram gerados, a…