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Mostrando postagens com o rótulo empresas

O Futuro Segundo Meu Caderninho Virtual

Fonte da Ilustração: formatotxt.blogspot.com/ Aqui e ali, ainda de forma algo nebulosa, já podemos captar sinais de como serão as organizações do futuro, principalmente daquelas envolvidas com atividades de ponta, onde o cérebro fala mais alto do que o músculo. Estas pistas, todavia, não permitem ainda desenhá-las com segurança. Eu, pelo menos, não me arriscaria a fazê-lo. É possível, no entanto, anotar em um "caderninho virtual" alguns insights de como será essa nova organização. Nesta postagem quero falar de um desses indícios: o fim da organização hierárquica. Tal como na guerra costuma-se dizer que a primeira vítima é a verdade, na organização centrada no conhecimento, a primeira baixa será a hierarquia exacerbada, ainda muito viva na maioria das empresas. Faço essa anotação com bastante convicção. Pessoas com alta qualificação, com poucos anos no mercado de trabalho, ou que estejam ingressando nele nos dias atuais, estão cada vez menos dispostas a se submeter...

Obstáculos à inovação

Será que o indústria brasileira não percebe que a inovação é parte importante na estratégia para sair da crise? A julgar pela recente pesquisa da FIESP , sobre os obstáculos à inovação relatados por 334 empresas paulistas, parece que não há essa percepção. Em resumo , a pesquisa aponta para seis ítens considerados conclusivos, no que diz respeito ao que nos impede de inovar. O primeiro deles cita a elevada taxa de juros que, somada à volatilidade do câmbio, gera riscos e incertezas. O medo de arriscar parte do princípio de que a inovação é algo revolucionário, feito em grandes medidas, quando, na verdade, pode ser apenas uma mudança simples e com baixos custos, como anteriormente defendemos aqui . Um exemplo recente de boa idéia e baixo custo é o novo projeto português criado pela Associação Portuguesa para o Desenvolvimento das Comunicações (ADPC), em que o poder público, a iniciativa privada e os atores sociais unem-se a fim de promover uma administração pública de inovaçã...

Dúvidas no uso de rede sociais

Dois estudos realizados nos EUA focam o mesmo assunto: o uso das Redes Sociais por organizações e funcionários.  O primeiro, encomendado pela  ComputerWorld  à consultoria de recursos humanos em TI,  Robert Half Technology  - RHT, foi divulgado no último dia 6, dando conta de que 57% das empresas norte-americanas proíbem o acesso a redes sociais, como Facebook, Twitter e MySpace, em horário de serviço. O  estudo , feito com 1.400 CIO's americanos,  revela ainda que 19% das empresas liberam o acesso para fins profissionais e somente 10% da amostra concede o acesso sem restrições durante o horário de trabalho. O diretor executivo da RHT, Dave Willmer, alega em comunicado à ComputerWorld que  "para algumas profissões, no entanto, esses sites podem ser aproveitados como ferramentas eficazes de negócio, que pode ser por isso que uma em cada cinco empresas permite a sua utilização para fins relacionados ao trabalho.". Entretanto, outros dados s...

Lição de Casa Cumprida

O Banco Mundial publicou no início deste mês, através do IFC - International Finance Corporation, o relatório Smart Lessons , reconhecendo o projeto português Empresa na Hora como uma boa prática mundial na criação de empresas. O projeto refere-se a um "one-stop shopping" online , ou seja, um tipo de Poupatempo para empresa e empresário, que funciona pela Internet e racionalizou todos os processos de abertura de empresa em Portugal, reduzindo drasticamente os 78 dias necessários para abrir um negócio, para menos de uma hora. Enquanto isso o Governo de São Paulo , que criou o projeto Desatar o Nó , promete uma iniciativa de porte parecido usando a mesma tecnologia, mas até o momento o nó está apertadíssimo. Bons guias ou modelos estão no Plano de Tecnologia de Portugal e no já por vezes aqui elogiado SIMPLEX . Em tempo: só para pegar carona, no site do Banco Mundial tem uma aplicação de mashup com o Google Maps que merece atenção, acesse aqui o GeoWorldBank .

Desatando nós

A Secretaria Estadual do Emprego e Trabalho , do Governo de São Paulo, lançou nesta semana o Programa Estadual da Desburocratização - PED , que priorizará a redução do tempo e do processo de abertura de empresas no Estado. Com marketing bem acertado, o programa adotou dois personagens para fortalecer a idéia geral das premissas e metas que passam a compor o plano de ação: Nossa Senhora Desatadora dos Nós e o lendário Barão de Itararé , já citado neste blog pelo Pepe e de quem a Secretaria emprestou a frase “O Brasil é feito por nós. Só falta agora desatar os nós.” Além da redução burocrática pretendida, o programa almeja ainda na primeira fase, criar uma lei estadual para as micros e pequenas empresas, com vistas a estimular o setor. Outra intenção divulgada está na criação de um Poupatempo Empresa, com direcionamento para o ambiente digital. A racionalização de processos que envolvem várias atividades e secretarias/departamentos diferentes já é uma tarefa difícil, mas adequá-los pa...

Emprego, Empreendedorismo e Empresa

O Governo de Aragon , na Espanha, através do Instituto Aragonés de Emprego, criou um portal de serviços eletrônicos a fim de oferecer informações e serviços a diferentes, porém fortemente interligados, públicos-alvo: - Empresa : busca e seleção de pessoal, catálogo de vagas, informação sobre contratos de trabalho, contratação de pessoas com deficiência, projetos empresariais e assessoria trabalhista. - Trabalhadores (empregados e desempregados): auxílio-desemprego, formação profissional, ofertas de emprego, busca de emprego em países da União Européia e assessoria trabalhista. - Empreendedores (que querem abrir um negócio): formação do empreendedor, programa de auxílio ao profissional autonomo e sociedade, assessoria ao empreendedor, cooperativas e sociedades de trabalho, inscrição de projetos empresariais. - Cooperativas, Instituições e Entidades não-lucrativas : colaboração com outras entidades não-lucrativas, governamentais e universidades, agências de emprego e desenvolviment...

A vez das empresas

Desde 2003 os governos tem concentrado esforços em serviços eletrônicos com foco no cidadão via web e mobilidade, atingindo relativo sucesso em serviços públicos. É notória a penetração dos portais governamentais entre os internautas em todo o mundo, o que nos faz pensar que a estratégia do e-gov como um todo acertou em cheio ao escolher o alvo cidadão que, ao se ver longe das filas e de limites de horários, aderiu à nova mídia eletrônica como forma de relacionamento com o governo. O que vem despontando como novo alvo nas estratégias de serviços públicos eletrônicos é a empresa (ou o empresário ou o aspirante a empresário). É evidente que a força de trabalho, renda e tributos na economia de qualquer governo apoia-se no segmento empresarial; é na iniciativa privada que se facilita qualquer movimento rumo ao desenvolvimento sócio-econômico. Porém sabemos que as dificuldades em abertura, manutenção, desenvolvimento e até o fechamento de uma empresa, principalmente no Brasil, é desanimador...