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Mostrando postagens com o rótulo acessibilidade

Arquitetura de Informação saiu de moda; o in agora é User Experience

Curtinha, colando aí no post do Alvaro sobre usabilidade: A Michele Ide-Smith , que é reponsável pela área de internet no Condado de Cambridgeshire (i.e. a Grande Cambridge) publica este post sobre usabilidade e arquitetura de informação em websites, utilizando como fonte uma palestra pelo Mike Atherton , que trabalha nesta área com a BBC . Talvez as lições de Mike e Michele não sejam novidade para quem está envolvido diariamente com web design, mas para mim que há muitas luas atrás trabalhei em agência de internet, foi bem interessante saber pra onde esta discussão está caminhando. Publicado também no Observatório do Conhecimento .

Fala, que eu te entendo

Quando discutimos  usabilidade  e  acessibilidade  de serviços públicos, especialmente os eletrônicos, temos a preocupação em oferecer tais serviços com facilidade de uso e de possível compreensão e realização, incluindo os cidadãos com deficiências sensoriais ou motoras. Em 2005, o Governo do Estado de São Paulo lançou os guias de usabilidade e de acessibilidade dirigido aos órgãos públicos que, embora já necessitem alguma atualização, trouxeram ao Estado a importância do tema com uma proposta de recomendações a serem adotadas em fase projetual de produtos web. Podemos ler nesses guias, e em de outros autores, indicações que vão além dos princípios para a correta arquitetura de informação ou da adaptação de páginas para a leitura de softwares adaptativos e tecnologia assistiva . É comum a abordagem da linguagem clara, eliminando siglas e termos técnicos, jargões da esfera pública que podemos chamar de "governês". Sempre um problema, o tal governês  é...

Por celular ou TV Digital

A cidade britânica de Wakefield lançou recentemente um serviço interativo para ajudar seus cidadãos a encontrar imóveis para moradia ou negócios, utilizando o telefone celular ou a TV Digital. No site Wakefield Interactive estão disponíveis as instruções de como acessar aos serviços em cada plataforma, de modo a oferecer todo suporte necessário aos interessados. A boa prática não se encerra aí. O portal da cidade focado no cidadão é completamente acessível por pessoas com deficiência, possui organização por necessidade (I want to..), temática e geográfica , concentrando todos os serviços que o governo local oferta para a população em um único endereço virtual.

m-Participação

As aplicações em mobilidade, que correspondem a serviços e informações por redes sem fio, estão ganhando mais espaço e diversidade a cada ano. No setor público o Instituto CONIP é um dos pioneiros nesse segmento, sendo que criou e mantém, além do site dedicado a m-Gov , um Conselho Consultivo em mobile government , formado por experts do setor governamental. Pois a abordagem de comunidades que criam, presente no conceito de Web 2.0 , está agora contagiando a plataforma móvel. O site espanhol Zexe publica fotos feitas a partir de celulares de comunidades que se organizam a partir de temas específicos, como é o caso das 40 pessoas com deficiências físicas de Barcelona que fotografam com seus celulares cada obstáculo que encontram ao transitar nas ruas daquela cidade e enviam a foto para a página Barcelona Accessible juntamente com o mapa do local do obstáculo, algo como a cartografia da inacessibilidade urbana de Barcelona. No Brasil, conheça o Canal Motoboy . Esse tipo de part...